@evandrobrasil.oficial
Violência: Não dá mais para fingir normalidade. O Rio de Janeiro está refém de ladrõezinhos armados que não respeitam a vida, não respeitam o trabalho e não respeitam absolutamente nada. Eles roubam, atiram e matam com uma frieza assustadora, como se a vida humana não tivesse valor algum.
Desta vez, a vítima foi mais um trabalhador. Paulo Vitor de Souza Lopes, entregador de apenas 22 anos, foi morto a tiros na noite deste domingo (25), em Senador Vasconcelos, enquanto fazia o que milhões de brasileiros fazem todos os dias: trabalhar para sobreviver. Ele chegava para realizar uma entrega na Avenida Cesário de Melo quando foi atacado por criminosos. Em menos de uma semana, este é o segundo motoboy assassinado na cidade enquanto trabalhava. Isso não é coincidência. É falência da segurança pública.
Esses criminosos não merecem benefícios, desculpas sociológicas vazias ou o olhar complacente do Estado. Quem mata trabalhador em serviço, quem atira mesmo sem reação da vítima, não está à margem da sociedade — está em guerra contra ela. E guerra se enfrenta com estratégia, inteligência e ação firme.
E aqui vai uma crítica direta: falta estratégia tanto da Polícia Militar quanto da Polícia Civil para combater esse tipo específico de crime. Falta policiamento ostensivo onde esses ataques se repetem. Falta investigação rápida, integração entre as forças, inteligência territorial e resposta imediata. O crime se repete nos mesmos horários, nos mesmos bairros, com o mesmo perfil de vítimas. E nada muda.
Não podemos nos calar. O silêncio só fortalece esses tralhas que se escondem atrás de uma arma para tirar a vida de quem está trabalhando honestamente. A sociedade precisa reagir, cobrar e exigir resultados. E sim, as famílias desses criminosos talvez sejam as únicas capazes de exercer alguma influência para que esses vermes entendam, ao menos, o mínimo: o direito à vida é sagrado.
O que está acontecendo é inaceitável. Motoboys, entregadores, trabalhadores estão sendo caçados. Se o Estado não agir com firmeza e inteligência, essa conta continuará sendo paga com sangue inocente. E isso a sociedade não pode — e não deve — aceitar.
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