quinta-feira, 21 de maio de 2026

Da Glória ao Abandono: A Luta Pela Revitalização da Avenida Duque de Caxias


@evandrobrasil.oficial

Comunidade: Motivado pela reportagem exibida pela TV Metropolitana 2, conduzida pelo jornalista Carlos Santana, decidi unir minhas energias ao Movimento de Revitalização da Avenida Duque de Caxias. O tema não pode mais ser tratado apenas como nostalgia ou lembrança de um passado melhor. A situação da avenida exige atenção urgente, planejamento e compromisso com a recuperação de uma das vias mais importantes da história econômica e social do município.

A Avenida Duque de Caxias não é apenas mais uma rua comercial. Ela carrega o nome do patrono do Exército Brasileiro e do próprio município de Duque de Caxias. Durante décadas, foi símbolo de desenvolvimento, circulação de pessoas, geração de empregos e fortalecimento do comércio local. Quem viveu os anos de ouro da avenida se lembra do intenso movimento, das lojas cheias, do polo de eletrônica reconhecido em toda a região e das diversas assistências técnicas autorizadas de marcas famosas que atraíam consumidores de diferentes cidades da Baixada Fluminense.

A transformação tecnológica, as mudanças econômicas e o novo comportamento do consumidor alteraram profundamente aquele cenário. Com a popularização dos grandes centros comerciais, o avanço do comércio online e a facilidade na troca de equipamentos eletrônicos, muitas lojas tradicionais perderam espaço. O setor que antes movimentava a economia local acabou entrando em declínio, deixando para trás portas fechadas, imóveis vazios e um sentimento de abandono.

Mas seria injusto colocar toda a culpa apenas nas mudanças do mercado. Faltou planejamento urbano, incentivo econômico e um olhar mais estratégico por parte do poder público. Enquanto outras regiões comerciais do município receberam investimentos e cresceram, a Avenida Duque de Caxias foi sendo esquecida. O fortalecimento dos calçadões da José de Alvarenga e da Nilo Peçanha, somado à chegada de grandes redes e lojas de departamento, deslocou o fluxo comercial e enfraqueceu ainda mais os pequenos comerciantes da região.

A insegurança também se tornou um fator preocupante. Comerciantes convivem diariamente com medo, baixa circulação de consumidores e prejuízos constantes. Os altos valores dos aluguéis comerciais, muitas vezes incompatíveis com a realidade econômica atual, contribuíram para ampliar o número de imóveis vazios. Em vários trechos da avenida, o cenário lembra uma cidade que perdeu parte de sua identidade econômica.

Outro reflexo desse abandono pode ser observado na Avenida Brigadeiro Lima e Silva, que também vive dificuldades, embora ainda resista graças à sua importância como ligação entre bairros estratégicos como 25 de Agosto, Paulicéia e o Centro da cidade. A falta de incentivo para instalação de novas empresas, franquias e grandes marcas afeta toda a dinâmica econômica da região.

O Movimento de Revitalização da Avenida Duque de Caxias nasce justamente da necessidade de impedir que a avenida continue agonizando diante da indiferença coletiva. O objetivo do movimento é reunir comerciantes, moradores, empresários, lideranças comunitárias e representantes do poder público em torno de propostas concretas para recuperar a força econômica e social da região.


Entre os principais objetivos do movimento estão:

  • lutar por mais segurança pública e presença efetiva do poder público;
  • defender políticas de incentivo fiscal para atrair novos empreendimentos;
  • estimular a ocupação de imóveis vazios;
  • promover eventos culturais e comerciais para aumentar a circulação de pessoas;
  • incentivar projetos de revitalização urbana, iluminação e acessibilidade;
  • fortalecer o pequeno comércio local;
  • resgatar a identidade histórica e econômica da avenida;
  • criar um ambiente mais atrativo para investidores e consumidores.


A recuperação da Avenida Duque de Caxias não é apenas uma questão comercial. É uma questão de memória, identidade, desenvolvimento e respeito à própria história do município. Uma cidade que abandona seus espaços históricos também corre o risco de abandonar parte de sua própria trajetória.

Ainda há tempo para mudar essa realidade. Mas isso depende de mobilização, planejamento e vontade política. A avenida que ajudou a construir parte da economia de Duque de Caxias merece voltar a ser símbolo de movimento, oportunidades e esperança — e não um retrato silencioso do abandono.


Link da reportagem de Carlos Santana na TV Metropolitana 2 no Facebook 

https://www.facebook.com/share/v/1NcHMvWKjw/ 

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terça-feira, 19 de maio de 2026

 


@evandrobrasil.sst

Prevenção: O PPRA significa Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Ele foi uma das principais exigências da Norma Regulamentadora NR 9 do Ministério do Trabalho no Brasil. O objetivo era identificar, avaliar e controlar riscos ambientais no ambiente de trabalho, protegendo a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

Os riscos considerados no PPRA incluíam:

• Riscos físicos: ruído, calor, frio, vibração, radiação, umidade.
• Riscos químicos: poeiras, fumos, gases, vapores, produtos químicos.
• Riscos biológicos: vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos.

Desde 2022, com a atualização das normas de segurança e saúde do trabalho, o PPRA foi substituído pelo PGR, o Programa de Gerenciamento de Riscos, previsto na NR 1. O PGR é mais amplo e moderno, funcionando como uma espécie de “radar de segurança” da empresa 🛡️⚙️

O PGR inclui: • Inventário de riscos;
• Plano de ação;
• Medidas preventivas;
• Gestão contínua dos riscos ocupacionais.

Muitas pessoas ainda usam o termo PPRA por costume, especialmente em cursos, empresas antigas e documentos mais antigos.

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domingo, 17 de maio de 2026

A Toga e a Sombra

@evandrobrasil.oficial

STF: Em Brasília, o poder tem corredores silenciosos. E silêncio, naquela cidade, quase nunca significa paz. Às vezes significa cálculo. Outras vezes, significa medo.

O ministro André Mendonça provavelmente sabe disso melhor do que ninguém.

Existe algo de profundamente humano na tragédia política brasileira: os homens chegam ao topo acreditando que levarão consigo suas alianças, suas lealdades, seus padrinhos. Mas o topo é uma montanha gelada. Quem sobe descobre que o vento apaga até as pegadas de quem ajudou na caminhada.

Quando foi indicado ao Supremo Tribunal Federal por Jair Bolsonaro, muita gente imaginou um ministro permanentemente alinhado ao grupo político que o colocou ali. Como se uma cadeira da Suprema Corte fosse extensão de gabinete eleitoral. Como se toga tivesse dono.

Mas o tempo em Brasília é um escultor cruel. Ele transforma aliados em testemunhas, amigos em constrangimentos e fotografias em provas de época.

Agora, diante de investigações que rondam Eduardo Bolsonaro e outros nomes ligados ao antigo poder, o ministro caminha sobre um piso fino, quase de vidro. Cada passo produz barulho. Cada silêncio também.

Se endurece, será acusado de ingratidão. Se recua, carregarão sobre ele a suspeita da proteção.

É curioso como a política brasileira constrói seus próprios labirintos. Quem indica um ministro imagina plantar segurança no tribunal. Mas ministros não recebem apenas uma cadeira. Recebem um espelho. E um espelho, cedo ou tarde, obriga qualquer homem a encarar a própria consciência.

No fundo, talvez esteja aí o verdadeiro drama de Brasília: descobrir que, depois da cerimônia, dos discursos e das fotografias, sobra apenas um homem sozinho diante da História.

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quarta-feira, 13 de maio de 2026

CHEGOU A HORA DO POVO DECIDIR.

 


@evandrobrasil.oficial

Minha Bandeira: Por décadas, a política decidiu sozinha para onde vai o dinheiro da cidade. Agora, queremos mudar isso. Defendemos o GOVERNO PARTICIPATIVO.

Um novo modelo onde a população participa diretamente:

✔ Na definição das prioridades do orçamento

✔ Nas obras mais urgentes dos bairros

✔ Nas ações da saúde

✔ Nos investimentos da educação

✔ Na mobilidade urbana

✔ Na fiscalização dos gastos públicos

Quem mora no bairro conhece os problemas do bairro. Quem enfrenta fila no posto sabe onde a saúde precisa melhorar. Quem pega ônibus lotado conhece as dificuldades da mobilidade.

O povo não pode ser ouvido apenas nas eleições. O povo precisa participar do governo TODOS OS DIAS.

Imagine uma cidade onde:

• a população vota nas prioridades do orçamento

• cada bairro tem voz ativa

• as decisões são transparentes

• o dinheiro público é aplicado com mais eficiência

• as obras deixam de atender interesses políticos e passam a atender necessidades reais

Isso não é utopia.

Cidades no Brasil e no mundo já provaram que a participação popular reduz desperdícios, melhora serviços públicos e fortalece a democracia.

Queremos uma cidade mais justa. Mais transparente. Mais humana. Mais inteligente.


O FUTURO COMEÇA QUANDO O POVO PARTICIPA.


#GovernoParticipativo #DuqueDeCaxias #ParticipaçãoPopular #Transparência #NovaPolítica #EvandroBrasil

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domingo, 10 de maio de 2026

Quando a Política Vira Torcida: O Congresso Deixa o Povo de Lado e Abre as Portas para os Bilionários



@evandrobrasil.oficial

Durante muito tempo, o brasileiro foi levado a acreditar que o maior problema da política nacional era a existência de ideologias diferentes. Mas a verdadeira crise talvez seja outra: a incapacidade de dialogar. 

Hoje, no Brasil, grande parte dos parlamentares age de maneira automática. Se um projeto parte da esquerda, setores da direita, extrema direita e centrão votam contra. Se a proposta nasce na direita, a esquerda reage da mesma forma. O debate desaparece; A análise do mérito desaparece; E quem perde é a população.

Quem me alertou para esse fenômeno foi Rafael Primo. E, observando o comportamento recente do Congresso Nacional, fica difícil discordar dessa percepção. O parlamento foi criado justamente para reunir diferentes visões da sociedade. A esquerda, o centro, a direita e até a extrema direita deveriam coexistir democraticamente para construir projetos melhores, mais equilibrados e mais eficientes para o país.

A pluralidade existe porque nenhum grupo político detém sozinho toda a verdade. A esquerda pode contribuir com a defesa das políticas sociais. A direita pode colaborar com responsabilidade fiscal e eficiência econômica. O centro pode atuar na mediação e no equilíbrio institucional. 

O papel do Congresso nunca deveria ser transformar política em guerra de torcidas organizadas. Sua missão deveria ser debater, aperfeiçoar ideias e encontrar soluções que beneficiem a sociedade como um todo. Mas o que estamos vendo atualmente é outra realidade.

Muitos projetos deixam de ser discutidos pensando no interesse público e passam a ser moldados para atender grupos econômicos específicos, extremamente poderosos e influentes. Enquanto pautas essenciais para o povo enfrentam resistência e disputas ideológicas intermináveis, setores bilionários conseguem avançar rapidamente dentro do Congresso. É o caso das grandes instituições financeiras, das plataformas de apostas esportivas, dos cassinos digitais e das empresas ligadas ao universo das bets. Esses grupos movimentam bilhões de reais e possuem forte atuação de lobby em Brasília.

O caso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro trouxe ainda mais atenção para esse debate. Afinal, cresce entre os brasileiros a sensação de que determinados interesses econômicos encontram proteção política dentro do sistema. E não é coincidência que muitos desses setores encontrem terreno fértil principalmente em alas da extrema direita, da direita e do centrão, onde frequentemente o interesse econômico parece falar mais alto do que as necessidades da população.

Enquanto políticos se enfrentam em disputas ideológicas permanentes, grandes grupos financeiros seguem ampliando lucros, influência e poder. No final, quem continua pagando a conta é o povo brasileiro.Porque quando a política abandona o diálogo e vira apenas disputa de poder, a democracia enfraquece — e os interesses bilionários agradecem.

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sábado, 2 de maio de 2026

Duque de Caxias sob pressão: números oficiais caem, mas a realidade nas ruas aponta outra direção


Por Evandro Brasil | @evandrobrasil.oficial

Segurança Pública: Entre janeiro e abril de 2026, os dados oficiais de segurança pública indicam uma redução nos índices de criminalidade em Duque de Caxias. Relatórios apontam queda em roubos de rua, letalidade violenta e até crimes mais complexos, como roubo de carga. No papel, o cenário parece caminhar para uma melhora histórica.

Mas basta conversar com moradores, comerciantes e trabalhadores da cidade para perceber que existe um abismo entre a estatística e a realidade vivida.


A queda nos números — e o aumento da sensação de insegurança

Os dados divulgados pelo poder público mostram uma tendência de redução. No entanto, essa leitura precisa ser feita com cautela.

Na prática, o que se observa nas ruas é:

- aumento de assaltos rápidos, principalmente com criminosos em motocicletas

- crescimento de roubos de celulares e motos, crimes de execução rápida e difícil rastreamento

- vítimas recorrentes — pessoas sendo assaltadas mais de uma vez em poucos meses

Esse tipo de crime tem uma característica importante: muitas vezes não entra completamente nas estatísticas. Seja por subnotificação, seja pela dificuldade de registro, há um volume invisível que distorce a percepção real da violência.


Os bairros mais afetados — e o padrão que se repete

Regiões como: Doutor Laureano, Parque Lafaiete, Bar dos Cavaleiros, Corte Oito, Centro, Vila São Luiz, 25 de Agosto, Sarapuí e Campos Elíseos aparecem de forma recorrente em relatos de moradores e registros informais.

O padrão é claro:

- áreas com grande circulação

- proximidade com vias estratégicas (Washington Luís, Linha Vermelha, Dutra)

- presença de comunidades com forte influência territorial

Isso cria o ambiente ideal para o chamado crime de oportunidade com fuga rápida.


O papel das motos: agilidade e impunidade

O uso de motocicletas transformou a dinâmica do crime urbano. Hoje, o modelo predominante é simples e eficiente:

1. dupla em moto

2. abordagem rápida 

3. fuga imediata

Esse formato reduz drasticamente o risco para o criminoso e aumenta a dificuldade de resposta das forças de segurança.

O resultado é uma sensação generalizada de vulnerabilidade, principalmente entre trabalhadores que dependem da rua — motoristas, entregadores e comerciantes.


Para onde vão os produtos roubados?

Aqui está um dos pontos mais sensíveis da análise, mas existe um fluxo claro:

roubo → transporte rápido → entrada em áreas com controle territorial → revenda ou reutilização

Relatos e operações policiais indicam que:

- motos roubadas são utilizadas dentro de comunidades ou desmontadas

- celulares são revendidos em mercados informais ou enviados para outras regiões

- há indícios de um sistema organizado de receptação

Essas áreas, muitas vezes, possuem barricadas e restrições de acesso, o que dificulta operações constantes da polícia.

Isso não é apenas um problema de segurança pública — é um problema de controle territorial do Estado.


Barricadas: o sintoma de algo maior

A existência de barricadas não é um detalhe operacional. É um sinal claro de que há regiões onde:

- o Estado tem presença limitada

- a circulação da polícia é restrita

- o crime organizado estabelece regras próprias

Quando isso acontece, o impacto ultrapassa a segurança: afeta o direito de ir e vir; compromete a economia local; e, fragiliza a autoridade pública.


O contraste entre discurso e prática

Enquanto autoridades celebram a queda de índices, a população convive com: medo constante, aumento de crimes de proximidade e a sensação de total abandono.

Isso levanta uma questão inevitável: os números refletem a realidade — ou apenas uma parte dela? Reduzir indicadores é importante, mas não resolve o problema quando: o crime muda de perfil; a violência se torna mais pulverizada; e, o cidadão continua sendo alvo diário.


O que está em jogo

Duque de Caxias não enfrenta apenas uma crise de segurança — enfrenta um desafio de governança. Porque no fim das contas, a pergunta central é: quem controla o território? Se há áreas onde produtos roubados circulam livremente, onde barricadas impedem o acesso e onde o crime atua com rapidez e frequência, então o problema vai além da estatística. É estrutural.


Conclusão

Os dados de janeiro a abril de 2026 mostram uma queda nos indicadores. Mas a realidade das ruas aponta para uma reconfiguração do crime, não necessariamente sua redução. O que cresce hoje não é apenas o número de ocorrências — é a percepção de que o cidadão comum está cada vez mais exposto. E enquanto essa distância entre números e realidade existir, qualquer sensação de melhora será, no mínimo, questionável.

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

CNH categoria B pode passar por uma revolução: o que muda para motoristas brasileiros?


@evandrobrasil.oficial

Trânsito: Uma mudança importante está em discussão no Congresso Nacional e pode transformar a realidade de milhões de motoristas no Brasil. Trata-se de um projeto de lei que amplia o limite de peso dos veículos que podem ser conduzidos com a CNH categoria B — a habilitação mais comum entre os brasileiros.

Hoje, quem possui essa categoria está autorizado a dirigir veículos com até 3.500 kg de peso bruto total. No entanto, a nova proposta eleva esse limite para até 4.250 kg, mas com uma condição importante: a regra se aplica principalmente a veículos elétricos e híbridos. 


Por que essa mudança está sendo discutida?

A justificativa para essa alteração é técnica e acompanha uma tendência global: a eletrificação da frota. Veículos elétricos, embora mais modernos e sustentáveis, costumam ser mais pesados devido às baterias. 

Isso cria uma distorção na legislação atual. Na prática, um carro elétrico pode ultrapassar o limite de peso permitido para a categoria B, mesmo sendo semelhante — ou até mais seguro — do que um carro convencional a combustão.

O projeto surge justamente para corrigir esse desequilíbrio e adaptar o Código de Trânsito Brasileiro à nova realidade tecnológica.


O que muda na prática?

Se aprovado em todas as etapas, o projeto permitirá que motoristas com CNH B dirijam:

- Veículos elétricos ou híbridos com até 4.250 kg

- Modelos maiores, como SUVs e utilitários eletrificados

- Veículos com as mesmas características de uso urbano, sem exigir mudança de categoria

Importante destacar: essa flexibilização não vale para qualquer veículo pesado. Caminhões, ônibus ou veículos a diesel acima do limite continuam exigindo categorias superiores, como C ou D. 


Impactos para o mercado e para os motoristas

Essa mudança pode ter efeitos significativos:

1. Acesso ampliado a veículos modernos

Motoristas comuns poderão dirigir modelos mais avançados sem precisar tirar uma nova habilitação.

2. Incentivo à mobilidade sustentável

Ao facilitar o uso de carros elétricos, o Brasil dá um passo importante na transição energética.

3. Expansão do mercado automotivo

Montadoras ganham mais liberdade para oferecer veículos maiores e mais tecnológicos ao público geral.

4. Novos desafios regulatórios

Órgãos como o Contran ainda deverão definir regras complementares para garantir segurança e padronização. 


Ainda não é lei: o que falta?

Apesar de já ter avançado na Comissão de Viação e Transportes, o projeto ainda precisa passar por outras etapas, como a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, pelo Senado. 

Ou seja, a mudança ainda não está em vigor — mas está cada vez mais próxima de se tornar realidade.


Uma mudança que acompanha o futuro

Mais do que uma simples alteração burocrática, essa proposta representa uma atualização necessária diante de um mundo em transformação. A tecnologia automotiva evoluiu, e a legislação precisa acompanhar esse ritmo.

Se aprovada, a nova regra não apenas facilita a vida dos motoristas, mas também sinaliza que o Brasil começa a se alinhar com tendências globais de mobilidade sustentável e inovação.

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Da Glória ao Abandono: A Luta Pela Revitalização da Avenida Duque de Caxias

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