@evandrobrasil.oficial
Mídia e Comunicação: A liberdade de expressão sempre foi um valor que defendi de forma inegociável. As redes sociais, nesse sentido, representam uma das maiores conquistas da comunicação moderna: democratizaram a voz, ampliaram o alcance das ideias e permitiram que qualquer cidadão pudesse se posicionar.
No entanto, junto com esse avanço, surgiu uma distorção preocupante.
"Liberdade de expressão não pode — e não deve — ser confundida com liberdade de agressão."
O que vemos hoje, com frequência, são pessoas escondidas atrás de perfis anônimos utilizando esse espaço não para contribuir com o debate, mas para atacar, difamar e destruir reputações. Isso não é exercício de liberdade — é abuso.
Minha preocupação não é com a crítica. A crítica é legítima, necessária e saudável em qualquer sociedade democrática. O problema está no uso irresponsável da informação, na manipulação deliberada e na disseminação de conteúdos que induzem o público ao erro.
Falo com a experiência de quem passou décadas dentro da comunicação — como repórter, editor e empreendedor. Sempre tive como princípio não manipular a informação, não distorcer fatos e jamais conduzir o público a conclusões equivocadas. Comunicação exige responsabilidade.
Por isso, acredito que chegou o momento de avançarmos em um debate sério sobre regulamentação.
Não se trata de censura. Trata-se de estabelecer limites claros para garantir que a liberdade continue existindo — sem que seja usada como instrumento de violência ou desinformação.
As redes sociais precisam de regras de funcionamento mais bem definidas.
Da mesma forma, a imprensa precisa ser livre — mas uma liberdade comprometida com a verdade. Não pode existir liberdade para mentir, para manipular ou para triturar reputações sem consequências.
Liberdade e responsabilidade devem caminhar juntas. Sem esse equilíbrio, o que temos não é democracia plena — é desordem informacional.
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