@evandrobrasil.oficial
Dignidade: É difícil entender como pessoas de origem pobre, periférica — moradores de comunidades como Rocinha, Vila Operária, Lixão ou regiões historicamente negligenciadas — usam suas vozes para atacar políticos de esquerda, muitas vezes sem apresentar argumentos consistentes, apenas repetindo discursos prontos das redes sociais.
Se houvesse análise, dados, reflexão… seria diferente. O debate é saudável. Mas o que vemos, em muitos casos, é a reprodução de narrativas superficiais com o objetivo de simplesmente "moer reputações".
Sabemos que existem vários fatores por trás disso: a busca por aceitação, por likes, por pertencimento a determinados grupos, além da influência direta da desinformação e da manipulação política. O mais absurdo é que muitas vezes essa gente chegou onde está amparada por programas e ações resultantes do trabalho dos políticos da esquerda.
É sempre necessário lembrar de onde viemos.
Nós — povo preto, pobre e periférico — fomos historicamente os mais afetados pela desigualdade. E também fomos os principais beneficiados por políticas públicas que ampliaram oportunidades.
Foram governos de esquerda que implementaram programas habitacionais para quem mais precisava.
Que fortaleceram o SUS para garantir atendimento universal.
Que ampliaram o acesso à universidade para filhos de trabalhadores.
Que defenderam programas de transferência de renda como o Bolsa Família.
Que levantaram a voz diante da violência nas periferias.
Isso não é opinião — é histórico de políticas públicas.
Ainda há tempo de refletir, de reavaliar posições e de buscar informação de qualidade.
Porque, no fim, dinheiro pode comprar influenciadores, mídia, imprensa, políticos e até narrativas…
Mas não compra consciência, dignidade e caráter.
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