domingo, 16 de fevereiro de 2025

Pesquisa Eleitoral Não É Brincadeira: Nomes Inelegíveis Confundem o Eleitorado


Professor Evandro Brasil 

Pesquisa eleitoral: A inclusão de candidatos inelegíveis em pesquisas eleitorais é um verdadeiro desserviço à democracia. Em vez de refletir a realidade, esse tipo de levantamento distorce o cenário eleitoral e pode criar uma falsa sensação de competitividade para políticos já condenados ou com a ficha suja na Justiça Eleitoral.

Para o cientista político Ricardo Mendonça, esse erro não é apenas uma falha técnica, mas uma manobra que pode influenciar indevidamente a opinião pública:


 “Quando nomes inelegíveis aparecem nas pesquisas, cria-se uma resistência artificial a novas lideranças e reforça-se a narrativa de perseguição política por parte de candidatos que já foram punidos pela lei”, explica Mendonça.

Além disso, ao apresentar candidatos que não poderão concorrer, as pesquisas acabam desperdiçando a oportunidade de mostrar o verdadeiro cenário eleitoral, prejudicando o direito do eleitor de tomar decisões informadas.

Segundo a advogada eleitoralista Mariana Souza, é essencial que institutos de pesquisa sigam critérios rígidos na definição dos nomes testados:

 “O eleitor não pode ser enganado. Se um candidato está inelegível, não deveria estar nas pesquisas. Isso desvirtua o processo democrático e pode confundir quem ainda não definiu seu voto.”

Com as eleições se aproximando, é fundamental que as pesquisas eleitorais sejam claras, transparentes e comprometidas com a verdade, sem abrir espaço para aqueles que já foram barrados pela Justiça. A democracia exige seriedade e responsabilidade!


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sábado, 15 de fevereiro de 2025

A Explosão no Preço da Cesta Básica: Quem São os Responsáveis?


Professor Evandro Brasil 

Inflação: Nos últimos meses, o aumento dos preços da cesta básica tem impactado diretamente a vida de milhões de brasileiros. O arroz, o feijão, o óleo, o leite e outros itens essenciais estão cada vez mais caros, tornando a alimentação digna um desafio diário para muitas famílias. Mas de quem é a responsabilidade por essa escalada de preços?

Empresários, deputados federais e senadores desempenham um papel de fundamental importância nesse cenário. Enquanto parte do setor empresarial busca manter seus lucros, muitas vezes repassando custos ao consumidor sem alternativas viáveis, os deputados e senadores têm o poder de criar leis que possam reduzir impostos, incentivar a produção nacional e garantir uma política de preços mais justa. No entanto, o que se vê, na maioria dos casos, é um jogo de interesses que beneficia poucos e prejudica muitos.

A inflação nos alimentos não surge do nada. Colocar a culpa no governo federal é muito fácil, mas vemos que este vem fazendo a sua parte. Falta de fiscalização sobre monopólios, ausência de políticas públicas eficazes e uma cadeia de distribuição fragilizada são fatores que impulsionam essa alta. Se os empresários não se comprometem com preços justos e os parlamentares não fiscalizam nem propõem soluções concretas, quem paga a conta é o trabalhador.

A pergunta que devemos nos fazer é: até quando aceitaremos essa realidade sem cobrar mudanças? Está na hora de pressionar nossos representantes e exigir responsabilidade do setor produtivo. Alimentação não pode ser um luxo!


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O Direito do Idoso de Escolher Onde Viver Deve Ser Respeitado

A importância das relações familiares para os idosos
Professor Evandro Brasil

Estatuto do Idoso: O envelhecimento é uma fase da vida que deve ser vivida com dignidade, respeito e autonomia. O Estatuto do Idoso, instituído pela Lei nº 10.741/2003, garante diversos direitos fundamentais às pessoas com 60 anos ou mais, incluindo o direito à prioridade no atendimento em serviços de saúde e a proteção contra qualquer forma de negligência ou abandono. No entanto, um aspecto essencial muitas vezes negligenciado é o direito do idoso de escolher onde deseja viver antes de ser colocado em um abrigo.

A matéria publicada no jornal O Folhão destaca que a institucionalização dos idosos em abrigos deve ser utilizada apenas como último recurso. O Estatuto do Idoso reforça a importância da convivência familiar e comunitária, reconhecendo que a permanência do idoso em seu lar, cercado por seus entes queridos, contribui significativamente para sua saúde mental e emocional. Mesmo assim, muitos idosos são internados em instituições sem consulta prévia, tendo sua vontade desconsiderada.

O direito de escolher onde viver é um dos princípios fundamentais da dignidade da pessoa humana. Forçar um idoso a viver em um abrigo contra sua vontade pode representar uma grave violação de seus direitos, impactando negativamente sua qualidade de vida. Para muitos, o lar é um espaço de memória, afeto e segurança, sendo essencial que essa decisão seja respeitada sempre que possível.

Além disso, é papel das famílias e do poder público oferecer suporte para que os idosos possam permanecer em seus lares, seja por meio de assistência domiciliar, apoio psicológico ou estrutura adequada para sua mobilidade e saúde. Em casos onde a permanência no lar não seja viável, alternativas como residências assistidas ou o acolhimento por uma família substituta devem ser consideradas antes da institucionalização.

Infelizmente, a falta de informação e a precariedade das políticas públicas voltadas para o idoso ainda fazem com que muitas famílias vejam os abrigos como a única solução. É essencial que haja uma ampla conscientização sobre a importância de respeitar a autonomia dos idosos e que se criem políticas mais eficazes para garantir sua permanência no ambiente familiar sempre que desejarem e for possível.

Respeitar a escolha do idoso é uma questão de justiça e humanidade. É preciso garantir que a velhice seja vivida com dignidade, assegurando que cada idoso tenha o direito de decidir onde quer passar essa fase da vida. A sociedade, as famílias e o Estado devem atuar juntos para garantir que esses direitos não sejam apenas palavras na legislação, mas sim uma realidade concreta.


Link com a matéria no Jornal O Folhão:
https://jornalofolhao.blogspot.com/2025/02/o-direito-dignidade-prioridade-no.html 

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

O Descaso do Governo do RJ com os Militares Inativos


Covardia: A equiparação salarial entre militares ativos e inativos é um direito garantido pela Lei 279/79, mas o governo do Estado do Rio de Janeiro, sob a gestão de Cláudio Castro, insiste em descumpri-la. Policiais militares e bombeiros aposentados, que dedicaram décadas à segurança pública, enfrentam perdas salariais e a negligência do Estado, que se recusa a corrigir essa injustiça.

Além do não cumprimento da paridade salarial, o governo também ignora decisões do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), que reconheceu o direito dos inativos à Gratificação de Regime Especial de Trabalho (GRET). Mesmo com essa determinação, muitos ainda não receberam o pagamento devido. A Gratificação de Risco de Atividade Militar (GRAM), que deveria ser estendida aos inativos, também é negada, aprofundando a desigualdade.

Enquanto Cláudio Castro prioriza discursos políticos e alianças eleitorais, milhares de militares que arriscaram suas vidas enfrentam dificuldades financeiras. O governo trata os inativos com descaso, ignorando a legislação e precarizando suas condições de vida. A falta de reajuste nos proventos, o não pagamento de gratificações e a omissão do Estado demonstram uma total falta de compromisso com a categoria.

Diante desse cenário, a revolta entre os militares inativos cresce. O governo do RJ precisa ser pressionado para cumprir a lei e garantir que esses profissionais recebam o que lhes é de direito. A atual gestão não pode continuar ignorando aqueles que dedicaram suas vidas à segurança da população.


domingo, 2 de fevereiro de 2025

Introdução à Geopolítica: Conceitos e Importância

Foto de arquivo 

Geopolítica: A geopolítica é uma disciplina que estuda as relações entre espaço geográfico, poder político e dinâmica internacional. Surgida no final do século XIX e consolidada no século XX, ela busca compreender como os Estados e outros atores internacionais utilizam o território, os recursos naturais e a localização geográfica para alcançar seus objetivos estratégicos. A geopolítica não se limita apenas à análise de conflitos ou disputas territoriais, mas também engloba questões como globalização, segurança internacional, desenvolvimento econômico e mudanças climáticas.

Um dos pioneiros da geopolítica foi o geógrafo alemão Friedrich Ratzel, que introduziu o conceito de "espaço vital" (Lebensraum), argumentando que o crescimento de um Estado depende de sua capacidade de expandir seu território. Posteriormente, teóricos como Halford Mackinder, com sua teoria do "Heartland", e Nicholas Spykman, com a ideia do "Rimland", contribuíram para a consolidação da geopolítica como uma ferramenta essencial para entender as relações de poder no mundo.

No contexto contemporâneo, a geopolítica ganhou nova relevância com o fim da Guerra Fria, a ascensão de potências emergentes e a intensificação da globalização. Questões como a competição por recursos energéticos, a expansão de blocos econômicos e os desafios ambientais têm sido centrais nas análises geopolíticas. Além disso, a tecnologia e a cibernética transformaram a forma como os Estados exercem influência, criando novos campos de disputa, como o ciberespaço.

A geopolítica também é fundamental para entender os conflitos atuais, como as tensões no Oriente Médio, a rivalidade entre Estados Unidos e China, e os impactos das mudanças climáticas na segurança global. Ao analisar essas questões, a geopolítica oferece insights valiosos para a formulação de políticas públicas e estratégias internacionais.

Em resumo, a geopolítica é uma disciplina dinâmica e interdisciplinar, que combina elementos da geografia, ciência política, economia e história. Seu estudo é essencial para compreender os desafios e oportunidades do mundo contemporâneo, bem como para antever tendências futuras no cenário global.


Referências

RATZEL, Friedrich. Politische Geographie. Munique: Oldenbourg, 1897.

MACKINDER, Halford J. "The Geographical Pivot of History". The Geographical Journal, v. 23, n. 4, p. 421-437, 1904.

SPYKMAN, Nicholas J. The Geography of the Peace* Nova York: Harcourt, Brace and Company, 1944.

BRAUDEL, Fernand. Civilização Material, Economia e Capitalismo: séculos XV-XVIII. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

KISSINGER, Henry. Diplomacia. São Paulo: Editora Saraiva, 2012.

A Velha Política: Entre a Tradição e a Necessidade de Renovação

Foto de Arquivo: Palácio Tiradentes, um dos símbolos do parlamento fluminense

Opinião: A política, como atividade humana, é tão antiga quanto a própria organização das sociedades. Desde os tempos das primeiras civilizações, passando pelas monarquias absolutistas, até os regimes democráticos modernos, a política sempre foi o palco onde se decidem os rumos das nações. No entanto, o termo "velha política" carrega consigo uma conotação negativa, frequentemente associada a práticas ultrapassadas, clientelismo, corrupção e falta de transparência. Mas o que realmente define a "velha política"? E por que ela ainda persiste em um mundo que clama por renovação?


O Que é a Velha Política?

A "velha política" refere-se a um modelo de governança e representação que prioriza interesses pessoais ou de grupos específicos em detrimento do bem comum. Caracteriza-se por práticas como o clientelismo, onde favores políticos são trocados por apoio eleitoral, e o patrimonialismo, que confunde o público com o privado. Nesse modelo, a relação entre representantes e representados é muitas vezes baseada em promessas vazias e discursos populistas, sem um compromisso real com a transformação social.

No Brasil, a "velha política" está enraizada em práticas históricas, como o coronelismo do século XIX e XX, onde líderes locais exerciam controle sobre eleitores em troca de benefícios. Apesar das mudanças ao longo dos anos, muitos desses mecanismos ainda persistem, adaptados ao contexto atual.

"É impressionante como a velha política ainda se sustenta em trocas de favores e interesses escusos. Enquanto isso, o povo fica à mercê de promessas vazias e discursos que nunca saem do papel. Precisamos abrir os olhos e perceber que esse jogo só beneficia quem está no poder, não quem realmente precisa de mudanças."


A Resistência da Velha Política

A persistência da velha política pode ser explicada por vários fatores. Em primeiro lugar, há uma cultura política enraizada que valoriza relações pessoais em detrimento de instituições fortes. Em muitos casos, os eleitores se sentem mais seguros ao votar em candidatos que oferecem benefícios imediatos, mesmo que isso signifique perpetuar um sistema problemático.

Além disso, a estrutura partidária e eleitoral em muitos países, incluindo o Brasil, favorece a manutenção do status quo. A falta de transparência no financiamento de campanhas, a dificuldade de acesso a cargos públicos por parte de novos atores e a fragmentação partidária são alguns dos obstáculos que dificultam a renovação política.

"É revoltante ver como o sistema é feito para manter os mesmos de sempre no comando. A falta de transparência e o financiamento obscuro de campanhas são armas poderosas para impedir que novas vozes surjam. Mas não podemos nos conformar com isso! A mudança começa quando exigimos regras mais justas e apoiamos candidatos que realmente representam o povo."


Os Efeitos da Velha Política na Sociedade

A velha política tem impactos profundos na sociedade. Em primeiro lugar, ela mina a confiança da população nas instituições democráticas. Quando os cidadãos percebem que seus representantes estão mais interessados em benefícios pessoais do que no bem comum, a descrença no sistema político cresce. Isso pode levar à apatia eleitoral, ao aumento do populismo e até mesmo a crises institucionais.

Outro efeito é a perpetuação da desigualdade social. A velha política tende a privilegiar grupos já estabelecidos, dificultando o acesso de minorias e grupos marginalizados aos espaços de poder. Isso cria um ciclo vicioso onde as elites políticas e econômicas se mantêm no controle, enquanto a maioria da população continua sem voz.

"Essa velha política só serve para aumentar a desconfiança e a desigualdade. Enquanto os políticos se beneficiam, o povo fica cada vez mais desamparado. Chega de aceitar migalhas! Precisamos nos unir e cobrar ações concretas, porque só assim vamos quebrar esse ciclo de injustiça e descaso."


A Busca por uma Nova Política

Diante dos desafios impostos pela velha política, surgem movimentos e iniciativas que buscam renovar a forma como a política é praticada. A transparência, a participação cidadã e a inovação tecnológica são alguns dos pilares dessa nova política. Plataformas digitais, por exemplo, têm permitido que cidadãos acompanhem de perto as ações de seus representantes e participem ativamente do processo decisório. Embora muitas vezes sejam levados a acreditar em noticias falsas.

Além disso, há uma crescente demanda por líderes que priorizem o interesse público e adotem práticas éticas e sustentáveis. A ascensão de figuras jovens e de origens diversas na política, como vereadores, deputados e até mesmo prefeitos, mostra que há espaço para mudanças. No entanto, a renovação política não depende apenas de novos rostos, mas também de uma transformação cultural que valorize a integridade e a responsabilidade.

"Finalmente, um sopro de esperança! A nova política está surgindo, mas não vai se consolidar sozinha. Precisamos apoiar líderes que priorizam o bem comum e usar ferramentas como a tecnologia para fiscalizar e participar ativamente. A mudança está nas nossas mãos, e não podemos deixar essa oportunidade passar."


O Papel da Sociedade na Transformação

A mudança da velha política para uma nova forma de fazer política não é tarefa exclusiva dos governantes. A sociedade civil tem um papel importantíssimo nesse processo. A educação política, por exemplo, é fundamental para capacitar os cidadãos a entenderem seus direitos e deveres, além de reconhecerem práticas abusivas.

Organizações não governamentais, movimentos sociais e a imprensa também desempenham um papel importante ao fiscalizar os governantes e denunciar irregularidades. A pressão popular por transparência e ética pode forçar mudanças significativas no sistema político.

"A sociedade não pode mais ficar de braços cruzados. Educação política, mobilização e pressão popular são as chaves para mudar o jogo. Se cada um fizer sua parte, podemos construir um futuro onde a política sirva ao povo, e não a interesses escusos. Vamos cobrar, questionar e agir!"


Por fim quero externar que a velha política, com suas práticas ultrapassadas e muitas vezes prejudiciais, ainda é uma realidade em muitos países. No entanto, a crescente demanda por transparência, ética e participação cidadã mostra que há esperança para uma transformação. A renovação política não será fácil, mas é essencial para construir sociedades mais justas e democráticas. Como cidadãos, temos o poder e a responsabilidade de exigir mudanças e participar ativamente desse processo. Afinal, a política não é apenas um jogo de poder, mas uma ferramenta para transformar vidas.


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sábado, 1 de fevereiro de 2025

Economia Brasileira em Foco: Avanços e Desafios no Governo Lula

 

Imagem, de arquivo: Brasil esta entre as 10 maiores economias do mundo

A economia do Brasil tem apresentado sinais positivos sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os destaques estão:

  • Crescimento do PIB - Em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) registrou um crescimento em torno de 3%, superando as expectativas e indicando uma recuperação econômica sólida.

  • Redução do Desemprego - A taxa de desocupação caiu para 6,1%, a menor desde o início da série histórica da PNAD Contínua em 2012, refletindo a criação de empregos formais e informais.

  • Controle da Inflação - A inflação foi mantida abaixo do teto da meta, alcançando 4,75% pela primeira vez em três anos, o que contribui para a estabilidade econômica e o poder de compra da população.

No entanto, é importante analisar o comportamento dos preços de itens essenciais, como os alimentos da cesta básica e os combustíveis. Em 2023, observou-se uma redução no valor da cesta básica em 15 capitais brasileiras, indicando uma tendência de queda nos preços dos alimentos. 

Por outro lado, em 2024, a cesta básica registrou um aumento de 14,22%, conforme dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras)

No que diz respeito aos combustíveis, a Petrobras anunciou um reajuste no preço do diesel em janeiro de 2025, elevando o valor para uma média de R$ 3,72 por litro.

É fundamental reconhecer os avanços econômicos alcançados pelo governo Lula, como o crescimento do PIB, a redução do desemprego e o controle da inflação. No entanto, desafios persistem, especialmente no que tange ao aumento recente dos preços da cesta básica e dos combustíveis.

Dou total apoio as políticas econômicas do atual governo, reconhecendo seus esforços para promover o desenvolvimento econômico e social do país. É muito importante que continuemos atentos e participativos, cobrando medidas que garantam a estabilidade dos preços e a melhoria contínua da qualidade de vida da população brasileira.


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Da sala de aula tradicional à aprendizagem significativa: como a educação evoluiu e quais são os desafios do ensino no século XXI

  Por Evandro Brasil @evandrobrasil.oficial Introdução: educar é muito mais do que transmitir conhecimentos A educação acompanha as transfor...